Atenção, este post não se trata de nada engraçado, mas sim de algo que julgo ser legal.
Estou mesmerizado com o grau de detalhes deste stencil. Incrível mesmo.
Fim de papo.
domingo, 30 de março de 2008
terça-feira, 18 de março de 2008
Ninguém segura essa senhôra.
Que cousa mais singela, uma idosa que deve ingerir pílulas de anfetamina em quantidades acima do indicado por seu médico endocrinologista.
fim de papo!
fim de papo!
sábado, 15 de março de 2008
Kafta com milho
Me parece de bom tom alertar a quem vai ler as palavras a seguir de que trata-se de um post de cunho sexual e de gosto questionável, de modo que leia por sua própria conta e risco.
Encontrei com alguns amigos recentemente, amigos os quais não via faz tempo e acabei ouvindo uma muito boa de um deles.
É que esse amigo tem por característica o fato de nunca namorar nenhuma garota em específico, sai com uma, sai com outra e assim vai passando a vida. Então, como não é de se estranhar, ele se depara com toda a sorte de mulheres, invariavelmente (na verdade até que com bastante freqüência) a garota tem algum tipo de desvio de sanidade ou uma estranheza de pesonalidade acentuada demais.
Mesmo assim, as coisas são meio previsíveis, diz ele, uma conversa idiota sobre coisas que povoam o imaginário delas (que diga-se de passagem não é lá assim tão povoado), o coito, sem muitas surpresas também e prossegue com a vida.
Até certa vez que ele saiu com uma garota oriunda do nordeste, portadora de uma bunda digna de uma pelada de avenida a desfilar no carnaval, que tinha por característica apreciar o sexo anal. Tinha a bunda e queria que usassem tudo. "Parece bom, vamos nessa!" pensou meu amigo.
Passado o roteirinho previsível da ida ao bar pré coito, se deslocaram para um local adequado e deu-se início a uma boa e velha sacanagem. Como era de se esperar, entre gemidos e a emissão de um palavreado sexual recheado de um repertório verbal de uma pessoa do nordeste, ela pede para levar no cu.
Atendeu de prontidão a solicitação da moça, e serviu-lhe a trosoba com vontade autêntica de vasculhar o duodeno da nortista.
Passado um tempo, teve uma surpresa não muito agradável e não se tratava somente do linguajar pouco elaborado da moça nem do malcheiro, mas sim de uma pequena ardência no jonjolo enquanto pilava o pandeiro.
Foi então que ele sacou o espeto, e, com as palavras dele, viu que o pau estava parecendo um kibe, coberto do material fecal da garota, só que não era só isso, constatou também que a camisinha estava estourada e o motivo de ela ter se rompido foi a presença de um sucrilhos inteirinho, o mesmo que estava a lhe ferir o pau!
O cara cortou o membro por conta de um sucrilhos sobrevivente que pegava carona no trem bosta da cagada de amanhã!
rá rá rá!
Fim de papo.
Encontrei com alguns amigos recentemente, amigos os quais não via faz tempo e acabei ouvindo uma muito boa de um deles.
É que esse amigo tem por característica o fato de nunca namorar nenhuma garota em específico, sai com uma, sai com outra e assim vai passando a vida. Então, como não é de se estranhar, ele se depara com toda a sorte de mulheres, invariavelmente (na verdade até que com bastante freqüência) a garota tem algum tipo de desvio de sanidade ou uma estranheza de pesonalidade acentuada demais.
Mesmo assim, as coisas são meio previsíveis, diz ele, uma conversa idiota sobre coisas que povoam o imaginário delas (que diga-se de passagem não é lá assim tão povoado), o coito, sem muitas surpresas também e prossegue com a vida.
Até certa vez que ele saiu com uma garota oriunda do nordeste, portadora de uma bunda digna de uma pelada de avenida a desfilar no carnaval, que tinha por característica apreciar o sexo anal. Tinha a bunda e queria que usassem tudo. "Parece bom, vamos nessa!" pensou meu amigo.
Passado o roteirinho previsível da ida ao bar pré coito, se deslocaram para um local adequado e deu-se início a uma boa e velha sacanagem. Como era de se esperar, entre gemidos e a emissão de um palavreado sexual recheado de um repertório verbal de uma pessoa do nordeste, ela pede para levar no cu.
Atendeu de prontidão a solicitação da moça, e serviu-lhe a trosoba com vontade autêntica de vasculhar o duodeno da nortista.
Passado um tempo, teve uma surpresa não muito agradável e não se tratava somente do linguajar pouco elaborado da moça nem do malcheiro, mas sim de uma pequena ardência no jonjolo enquanto pilava o pandeiro.
Foi então que ele sacou o espeto, e, com as palavras dele, viu que o pau estava parecendo um kibe, coberto do material fecal da garota, só que não era só isso, constatou também que a camisinha estava estourada e o motivo de ela ter se rompido foi a presença de um sucrilhos inteirinho, o mesmo que estava a lhe ferir o pau!
O cara cortou o membro por conta de um sucrilhos sobrevivente que pegava carona no trem bosta da cagada de amanhã!
rá rá rá!
Fim de papo.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
O super jorro
Neste último final de semana reencontrei um amigo que há muito não via, e fomos tomar umas cervejas e praticar a falabostisse, bem como o maldizer de certos merecedores. Uma conversa habitual entre dois humanos com seu nível de medíocridade, o que é normal.
Esse meu amigo tem como particularidade uma característica de repetir certas histórias, aquelas que ele tem mais apreço, e tem algumas delas que eu gosto de ouvir de novo, mesmo porque, a cada vez que se conta uma história, no caso específico dele, algo novo surge.
E não foi diferente dessa vez. Estava ele a me relatar novamente sobre certa garota a qual ele havia saído algumas vezes, em específico sobre um dia de amor louco deles. Ele a conheceu no bar da faculdade, uma garota bem "malemolente" no que diz respeito a rigidez moral, sapeca daqui, sapeca dali e sapecou no colo dele. Ficaram nesse dia e em mais alguns depois, com seu ponto alto na seqüência de ocorridos que aqui vou relatar.
Eis que em um belo dia, houve um churrasco de um colega de ambos. Ou uma colega, na real pouco importa. Foram ao churrasco, beberm, comeram carne e celebraram a vida com uma sucessão de carícias mais intensas. Isso tudo, somado à embriaguez, conduziram os dois a adentraram a casa do anfitrião(ã) com intenções maliciosas.
Entraram, subiram as escadas, entraram num quarto e começaram a praticar sexo selvagem, com selvageria extra ocasionada pela cerveja ingerida. Num variar de mil posições, a final foi a não incomum "de quatro". Só que como mencionei, ambos beberam muita cerveja, e todos sabem que a cerveja nos dá uma vontade louca de urinar. Que bela hora pra isso acontecer, meu amigo estava lá, chegando ao topo da escalada do gozar, sacou o instrumento de dentro de sua gruta e deixou os jorros acertarem as costas da feliz receptora. Só que no finalzinho da gozada, por estar em alerta vermelho de urgência urinária, ele deixou escapar um jatinho de mijo.
- Nossa, você goza bastante hein!
Esse foi o comentário da garota.
rá rá rá rá rá
Fim de papo.
Esse meu amigo tem como particularidade uma característica de repetir certas histórias, aquelas que ele tem mais apreço, e tem algumas delas que eu gosto de ouvir de novo, mesmo porque, a cada vez que se conta uma história, no caso específico dele, algo novo surge.
E não foi diferente dessa vez. Estava ele a me relatar novamente sobre certa garota a qual ele havia saído algumas vezes, em específico sobre um dia de amor louco deles. Ele a conheceu no bar da faculdade, uma garota bem "malemolente" no que diz respeito a rigidez moral, sapeca daqui, sapeca dali e sapecou no colo dele. Ficaram nesse dia e em mais alguns depois, com seu ponto alto na seqüência de ocorridos que aqui vou relatar.
Eis que em um belo dia, houve um churrasco de um colega de ambos. Ou uma colega, na real pouco importa. Foram ao churrasco, beberm, comeram carne e celebraram a vida com uma sucessão de carícias mais intensas. Isso tudo, somado à embriaguez, conduziram os dois a adentraram a casa do anfitrião(ã) com intenções maliciosas.
Entraram, subiram as escadas, entraram num quarto e começaram a praticar sexo selvagem, com selvageria extra ocasionada pela cerveja ingerida. Num variar de mil posições, a final foi a não incomum "de quatro". Só que como mencionei, ambos beberam muita cerveja, e todos sabem que a cerveja nos dá uma vontade louca de urinar. Que bela hora pra isso acontecer, meu amigo estava lá, chegando ao topo da escalada do gozar, sacou o instrumento de dentro de sua gruta e deixou os jorros acertarem as costas da feliz receptora. Só que no finalzinho da gozada, por estar em alerta vermelho de urgência urinária, ele deixou escapar um jatinho de mijo.
- Nossa, você goza bastante hein!
Esse foi o comentário da garota.
rá rá rá rá rá
Fim de papo.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Pergunta sem resposta
Partindo do pressuposto que Deus é onipontente, ou seja, que tudo pode, atenção:
Seria Deus capaz de criar uma pedra que ele mesmo não conseguiria erguer?
Seria Deus capaz de criar uma pedra que ele mesmo não conseguiria erguer?
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